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Decretado fim dos bi-articulados no falido transporte carioca

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Quando integrantes da nossa equipe que gostam de ônibus alertaram busólogos que a "evolução" do transporte carioca era apenas para copa e olimpíada, eles deram risada e chegaram a humilhar de forma agressiva nossos amigos, que sabiam muito bem o que estavam dizendo.
Hoje, o transporte carioca tira a sua máscara de "evolução" e mostra que tudo que foi feito desde 2010 nunca passou de uma mera fachada a enganar os turistas que viriam para se divertir na região metropolitana do Rio por causa dos tais eventos. 
Quem acreditou que tais eventos iriam dar um salto gigantesco na qualidade do Rio de Janeiro deu com os burros na água e assista a maior crise do estado mais falido do país. O sistema de transporte só piora e a iniciativa de pintar todos os ônibus da mesma cor se revelou uma forma eficiente de esconder a corrupção e de piorar ainda mais a crise que só cresce.
Foi anunciado que os BRTs bi-articulados foram devolvidos às encarroçadoras que as venderam. Fontes seg…

Xadrez das Organizações que dominam o Rio de Janeiro - Parte 2

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Escrito por Luis Nassif, publicado no site GGN

Peça 1 – os judeus de Niterói
O caso Luiz Zveiter– o poderoso presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – lança luzes sobre um dos grupos de maior influência, e menos visibilidade, na política do Rio de Janeiro: a comunidade judaica de Niterói.
Os primeiros judeus chegaram à Niterói nas décadas de 1910 e 1920, originários da Polônia, Rússia, Romênia e, especialmente, da Bessarábia. Especialmente os judeus romenos sempre se constituiram em núcleos fechados e bastante polêmicos em todas as comunidades em que se organizaram, até em Israel.
Suas primeiras atividades eram a de clientelchiks ou prestamistas, vendedores ambulantes de mercadorias como joias, relógios, roupas etc. sob prestações, conforme tese de Andrea Telo da Corte “A história dos judeus em Niterói” (clique aqui).
Com a evolução natural, montaram comércio em lojas de móveis, imobiliárias, construtoras etc, cuidando da educação superior dos filhos.
Em 1917 foi fundada a …

Xadrez das Organizações que dominam o Rio de Janeiro - Parte 1

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Escrito por Luis Nassif, publicado no site GGN
Vítima do clima persecutório que tomou conta da Justiça, após a manipulação política da Lava Jato, paradoxalmente o ex-governador fluminense Anthony Garotinho é o exemplo mais contundente da relevância da justiça federal – e do Ministério Público Federal – contra o crime organizado incrustado nos poderes de alguns estados.
O desabafo que fez nas redes sociais, na tarde de sábado, é a manifestação mais completa, até agora, sobre a tomada do Rio de Janeiro por uma aliança política que junta todos os poderes e a mídia.
Pelo retrato traçado por Garotinho, o crime organizado se instalou no Executivo estadual através do ex-governador Sérgio Cabral; espalhou-se pelo Legislativo, pelas mãos de Jorge Picciani; foi blindado no Judiciário, pela influência do desembargador Luiz Zveitter e pela prevaricação do Ministério Público Estadual; tudo isso sob a proteção incondicional das Organizações Globo.
Trata-se de um depoimento essencial por dois motivo…

A Lava Jato destruiu o Rio de Janeiro

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OBS: O Rio de Janeiro, por ser o estado mais influente no Brasil e sede de importantes indústrias e estado da capita cultural do Brasil, virou lugar estratégico para que as forças plutocráticas ponham suas garras e utilizem o estado como ponto de partida para a destruição total do Brasil, prestes a ser um quintal de exploração para poderosas corporações sediadas no "primeiro Mundo".

Por isso que há tanto empenho em destruir o estado, a começar pelo emburrecimento da população, que adora ler mentiras no jornal e na TV e põe o futebol como prioridade máxima (a ponto de torná-lo regra de etiqueta social), para que todo o foco seja desviado e atrocidades possam ocorrer de forma "tranquila", com a morte constante de pobres e o fim gradual de todas as empresas e autarquias que ajudaram a desenvolver o estado, além da eliminação de direitos, garantida pelas leis cruéis recentemente aprovadas.

O texto abaixo, bastante sensato, foi enviado por um internauta ao site Convers…

Miguel do Rosario toma posição surpreendentemente sensata diante de caso da Alerj

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O jornalista Miguel do Rosario, um dos melhores profissionais da área na atualidade e responsável pelo excelente blog O Cafezinho, fez um comentário sobre a prisão de políticos envolvidos em esquema de corrupção no Rio de Janeiro e que foram soltos pela Alerj pouco depois, o que causou imensa polêmica. 
Miguel explica a polêmica de forma sensata e que merece ser ouvida. Até porque mesmo a extensão carioca da Lava Jato também desperta suspeitas de ser na verdade um esquema para consolidar as medidas do golpe, punindo apenas quem age contra as medidas tomadas por Temer & CIA, que agem sob encomenda de instituições e de gigantescas corporações, todas ligadas ao governo estadunidense.

Euforia com Fla-Flu mostra que cariocas não estão nem aí com perda de direitos e de qualidade de vida

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O golpe de 2016 foi um dos mais fáceis a serem dados no mundo. O emburrecimento da população, sempre submissa a mídia e a convenções sociais mostrou que além da indisposição a racionalidade (embora todos adorem ser chamados de inteligentes), a população não sabe estabelecer prioridades.
Numa época difícil, onde o golpe de 2016 começa a ser pago com perda da soberania, de riquezas e de direitos, a velha mania infantil de priorizar um lazer que não traz benefícios concretos retoma a sua força. Pelo jeito uma taça em uma distante estante em uma sede de um clube de futebol é muito mais importante do que ter dignidade e direitos.
Ontem, uma verdadeira gritaria se tornou praticamente uníssona em toda a região metropolitana do Rio de Janeiro, com o "clássico" do futebol entre os dois times mais populares do estado, Flamengo e Fluminense. Uma euforia nunca vista em eventos políticos - ocorridos somente quando a Rede Globo manda - estourou por causa de um simples jogo de futebol.
Ac…

Fechamento da Biblioteca Estadual e o desprezo pela Educação

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Há tempos a Biblioteca Parque Estadual do Rio de Janeiro, localizada estrategicamente na Avenida Presidente Vargas, importante via do centro da capital fluminense, está sem funcionar. A informação é a de que houve uma mudança de gestão e que a nova gestão ainda estuda como reabrir e por para funcionar a mesma. 
Mas o longo tempo de fechamento sugere que a biblioteca foi entendida pelos gestores como algo supérfluo. Outros setores menos importantes - mas talvez mais lucrativos - tem os seus problemas resolvidos com maior rapidez, tratados como prioridades. Na verdade, o que se pode concluir é que para o estado do Rio de Janeiro, a educação é algo supérfluo.
Cidadãos que tem o hábito de ler e pegar emprestados livros, além de usufruir dos eventos ocorridos na citada biblioteca, aproveitando da localização privilegiada da mesma, recamam bastante do grande tempo em que a biblioteca permanece fechada. 
Anos atrás ela esteve em obras durante um longo tempo para reforma, Após inaugurada, se…