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Pesquisa indica que 72% dos cariocas querem prorrogar intervenção

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OBS: Cariocas tem  índole agressiva. Já falamos disso várias vezes. Não é a toa que Bolsonaro lidera com folga no Rio de Janeiro. Os cariocas aprenderam que qualquer problema se resolve punindo, agredindo ou até matando as outras pessoas. Triste fim para um estado ainda considerado o mais culturalmente influente de todo o país. O texto abaixo mostra isso.
Pesquisa indica que 72% dos cariocas querem prorrogar intervenção ​​  Agência Brasil - Publicado no Diário do Centro do Mundo
Cerca de 72% dos moradores do estado do Rio de Janeiro apoiam uma possível continuidade da intervenção federal na segurança pública, prevista para ser encerrada em 31 de dezembro deste ano. Pesquisa do Instituto Datafolha mostra que 21% dos entrevistados são contra a manutenção da intervenção em 2019, 4% se declararam indiferentes e 4% não sabiam responder.
A pesquisa foi realizada entre 4 e 6 de setembro e entrevistou 1.357 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais.
O levantame…

Vitória no futebol é tratada como assunto de extrema urgência pelos cariocas

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É famoso o fanatismo doentio do carioca pelo futebol. Sede dos melhores times brasileiros, o Rio de Janeiro estipulou que o gosto pelo futebol não apenas seria obrigatório como também se torne uma regra de etiqueta. assumir publicamente o desprezo pelo futebol é uma ofensa aos cariocas. O não-torcedor que ousar se assumir como tal recebe rótulo de "antipático" e é eliminado do convívio social.
Por isso, mais do que qualquer brasileiro, o resultado da seleção brasileira nas copas é mais do que urgente: é necessário que a seleção ganhe o hexa em 2018. Quanto ao resto, o jeitinho brasileiro contorna. Se faltar dinheiro, rouba-se, mata-se, ou mora na rua como indigente aceitando a miséria se estabilizar.
O que importa para os cariocas é bola na trave e taça na estante do Ricardo Teixeira. Esse é o interesse da grande maioria dos brasileiros e mais ainda dos cariocas. Pois aqui, o lazer vem antes do dever. Se o Brasil - o país, não a seleção - for destruído de uma vez por todas,…

Falta de opções de lazer e desestimulo a sociabilização favorecem monopólio do futebol

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No Rio de Janeiro há um real desestimulo à sociabilização, além da escassez de opções de lazer. Pontos turísticos e vários pontos de lazer, incluindo o seu deslocamento até eles, são caros, praças vazias e inseguras e desestimulo na sociabilização ao ar livre. 
Vida social mesmo só em lugares pagos e fechados como bares, boates, igrejas e academias de ginástica ou em grupos sociais fechados como amigos, parentes e colegas. Isso tudo somado ao fato do carioca ser um povo insensível, um pouco ganancioso, exigente e em alguns momentos, agressivo, até quando está alegre.
O Rio de Janeiro é um lugar meio ruim para se divertir e para fazer amigos. A única opção encontrada pelos cariocas é o futebol. É uma diversão barata, acessível, bom de se assistir e fácil de se praticar. A mídia já "educou" quase todo o estado a gostar de futebol, transformando-o em uma regra de etiqueta social. Ou seja, se tornou uma baita compensação para quem dificuldade de arrumar divertimento e interagir…

No Rio de Janeiro, você É OBRIGADO a gostar de futebol e ponto final!

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Uma sociedade diversificada como a brasileira precisava de um "cabresto" a evitar que a variedade de gostos e pensamentos pudesse criar uma violenta discórdia. O sistema teve que escolher um aspecto a ser estimulado como "consenso comum". O futebol foi escolhido como este falso consenso.
Estimular o futebol como hobby comum de todos os brasileiros tem sido o grande esforço do sistema como um todo para manter uma população com vocação a diversidade concentrada em um interesse único. 
O Rio de Janeiro, como capital cultural do país ganhou a missão de regulamentar a imposição do futebol no gosto popular dos brasileiros. Por isso mesmo que no Rio, quem está aqui é obrigado a gostar de futebol. Quem se recusa é punido severamente com desprezo ou até mesmo a exclusão social. 
Não adianta inventar que "ninguém é obrigado a gostar". Não existe democracia na hora de impor o gosto pelo futebol. Ou você adere, ou sai fora. Ou "veste a camisa" ou não atrap…

Violência aumenta em Niterói após a Intervenção Militar

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As pessoas acreditavam que a intervenção militar sugerida por Temer e apoiado pelos setores mais conservadores do já predominantemente conservador Rio de Janeiro acabaria com a criminalidade, mesmo se mostrando uma iniciativa fracassada nas outras oportunidades em que foi posta em prática. Até porque não se combate a criminalidade espancando pobres que na verdade são empregados de forças que se escondem em castelos luxuosos bem distantes das favelas cariocas.
Na verdade, como disse o sensato Rui Cista Pimenta, do Partido da Causa operária, um analista político que tem acertado em quase todas as suas previsões, a intervenção ocorrida no Rio de Janeiro nunca passou na verdade de um ensaio de uma ditadura a ser instaurada em caso de Lula, inimigo das classes patronais do país, não ser preso e voltar a governar o país. É interesse das classes dominantes que o Brasil seja um país subdesenvolvido e com desigualdades sociais.
A intervenção militar que usou a crescente criminalidade (esta or…

Cantores se unem para gravar música para "recuperar imagem do Rio de Janeiro"

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Vários nomes da música se reuniram para gravar a "Valsa a uma Cidade", uma composição feita em 1954 por Antonio Maria e Ismael Neto em homenagem ao Rio de Janeiro. 
Salvo exceções, vários dos participantes apoiaram o golpe de 2016 e desejam a sua continuidade, como integrantes de uma elite que não será prejudicada pelas medidas do golpe. Todos serão atrações do próximo Rock in Rio, organizado por Roberto Medina, responsável pela reunião, gravada ao estilo hipócrita de "We are The World", dando um cheirinho de publicidade à iniciativa.
O objetivo da gravação é o de tentar recuperar a imagem do Rio de Janeiro, estado com a maior crise financeira do país e mais prejudicado com o golpe de estado e que foi palco de uma operação de intervenção militar, supostamente criado para combater a criminalidade, mas que serviu de ensaio para uma ditadura, caso Lula, inimigo dos militares e das elites que os convocaram, não fosse preso. 
Com Lula preso, a plutocracia golpista come…

Assassinato de Marielle comove esquerda e direita, que brigam pela posse da "mártir"

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Antes de tudo é preciso que se diga que o assassinato de Marielle Franco foi um ato político. Nada tem a ver com o suposto aumento da criminalidade alegado pela mídia corporativa e que favoreceu a intervenção militar, na verdade um ensaio para se implantar uma nova ditadura caso a prisão de Lula gere intensa comoção nacional. 
Aliás, é bom lembrar que a comoção em torno de Marielle, uma vereadora e ativista social, de honestidade inquestionável e ação social praticada de forma insistente e exemplar, pode servir de aviso das esquerdas para no caso de Lula ser preso injustamente, usando um reles apartamento como desculpa para tirar do caminho quem atrapalha os planos gananciosos dos magnatas brasileiros.
Curioso que a direita, que odeia favelados, esquerdistas e ativistas sociais, resolveu embarcar na comoção à Marielle, alegando ter sido ela morta por um crime comum. Aliás, minto, parte da direita já admite crime político, apesar de se embananar na hora de apontar os culpados. Mas par…