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Mostrando postagens de Agosto, 2015

Rádio Cidade lança novo logotipo e fala em "Rock de Verdade". Então tá!

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"Novidades" na Rádio Cidade. A emissora agora está "mais rock" - no sentido que Victor & Léo e Luan Santana também estão "mais rock" - , agora voltada para o mercado turístico, já que as mudanças no repertório (a programação continua o mesmo nhem-nhem-nhem de sempre) foram feitas apenas para turista inglês ver.

O repertório musical "melhorou consideravelmente", no sentido em que qualquer coisa que não seja boys bands, funqueiros, DJs alucinados, "pagodeiros" e "sertanejos" é "sempre melhor". Assim, dá para ouvir músicas menos conhecidas de Bloodhound Gang, Sugar Ray ou coisas parecidas.

Mas a ênfase nos grandes sucessos do hit-parade continua. Espera-se, por exemplo, que os Beatles só apareçam com "Twist and Shout" que, com toda a produtividade autoral de John, Paul, George e Ringo, é cover de soul music, portanto, composição de outros autores.

A locução permanece a mesma, só que está "mais pausad…

Futebol, "moeda" para "comprar" amigos

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Todos sabemos, mesmo sem admitir declaradamente, que no Brasil o futebol é uma obrigação social. No Rio de Janeiro, a modalidade esportiva é mais do que isso: é uma regra de etiqueta. assumir publicamente que não curte futebol é considerado uma ofensa para os cariocas, já que o futebol é assunto obrigatório nas rodas de amigos. 
Além disso, cariocas costumam dividir a sociedade em quatro grupos, baseados nos quatro times mais populares no estado. Estar fora desta classificação é o mesmo que estar fora da sociedade carioca.
Mesmo que em outros estados do Brasil exista o fanatismo do futebol, mas nada é tão rígido quanto o que acontece no Rio de Janeiro, terra dos times mais bem sucedidos nos principais campeonatos brasileiros, o que reforça a rígida exigência social.

E por ser uma exigência social, o futebol se torna uma importante "moeda" para "comprar" amigos, pois muitos cariocas não perguntam se alguém gosta ou não de futebol. Muitas vezes nem se preocupam em p…

Zimbio dá sua visão de BRT da Zona Sul para outubro

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O portal Zimbio, dos EUA, antecipou o plano de Alexandre Sansão para o sistema de ônibus da Zona Sul e mostra em primeira mão a foto de um ônibus BRT que servirá o Centro para a Zona Sul.
Lembremos que os cidadãos de bem, gente trabalhadora ou mesmo desempregada mas em busca de melhorias de vida, vindos da Zona Norte carioca, será cada vez menos estimulada a pegar a baldeação por ônibus no esquema que será implantado a partir de outubro.
As pessoas não aguentarão pegar ônibus superlotados, sobretudo as empregadas domésticas que trabalham na Zona Sul e que simplesmente correriam o risco de sofrerem assédios sexuais de tarados desocupados que percorrerão esses ônibus. 
Enquanto a gente do bem que vem das comunidades pobres e das populosas favelas terá dificuldades para fazer a baldeação, a minoria "da pesada" que comete assaltos, vandalismo, arrastões e outros delitos não terão o menor problema.
Para eles, tanto faz pegar ônibus com ou sem baldeação, superlotados ou vazios. E…

Internautas que defendem Rádio Cidade veem rock como uma piada

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PARA MEMBROS DE UMA COMUNIDADE SOBRE RÁDIO CARIOCA, ESSE É O MAIOR ROQUEIRO DO BRASIL, DANILO GENTILI.
A Rádio Cidade é mesmo uma grande piada. Numa comunidade dedicada a discutir o rádio no Rio de Janeiro, a emissora conta com uma "panela" de fanáticos que se combinam para escrever constantemente na lista de comentários, a ponto de, quando a emissora for questionada por alguém, essa "panela" reaja como se fosse um apoio unânime à rádio.
Esses carinhas, que tempos atrás choravam a morte de Wando, dizendo que a "música brasileira morreu com ele" e são fanáticos por Chaves (não o falecido presidente venezuelano, mas o personagem de um falecido comediante mexicano), agora juram de pés juntos que só ouviram um único estilo musical por toda a vida: rock.
Só que os carinhas, em vez de mostrarem qualquer conhecimento aprofundado sobre rock - fala sério, a "maior banda de rock" para eles ou é Mamonas Assassinas, no âmbito nacional, e Guns N'Roses, n…

Autoridades do RJ não querem limpar Baía da Guanabara, mas querem "limpar" praias da Zona Sul

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As autoridades cariocas ficam cheias de dedo quando o assunto é limpar a Baía da Guanabara e acabar com a corrupção. Mas quando se trata de "limpar" as praias da Zona Sul elas se prontificam.
Pois é isso que está por trás o projeto de linhas da Zona Sul do subsecretário de Planejamento, Alexandre Sansão, que quer cortar trajetos e forçar o uso do Bilhete Único e dos BRTs superlotados.
Pouco após o anúncio da medida, que obrigará o povo da Zona Norte a pegar ônibus até o Centro do Rio e daí um BRT para a Zona Sul, a polícia militar já experimentou um "sistema integrado" e jogou um grupo de adolescentes pobres, apenas estudantes ou trabalhadores, que vinham de ônibus da Zona Norte para curtirem as praias da Zona Sul, só porque estavam sem documentos. Botaram todo mundo num ônibus...um micro da Polícia Militar!
Quase todos negros, apenas querendo aproveitar o calor do dia. Cariocas, não podem curtir as próprias praias do Rio de Janeiro. Porque são negros e pobres. E …

Rádio que pensa ser roqueira "consola" órfãos da Kiss FM por TEMPO LIMITADO

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Promoção de temporada! A Rádio Cidade, que se consagrou tocando disco music e agora pensa que é roqueira, lançou uma promoção por tempo limitado para os ouvintes que não tem mais a afiliada da Kiss FM no RJ, cujo prefixo de 91,9 mhz foi arrendado por uma seita evangélica.
No programa Classic Rock, a emissora passou a tocar bandas mais "difíceis", como UFO e Humble Pie, que as rádios comerciais "de rock" não tocam de jeito algum, nem se os headbangers e punks presentearem os locutores animadinhos dessas emissoras com maçazinhas do amor. A ideia é capitalizar, por algumas semanas, com o fim da Kiss FM, que em sua fase experimental tocava essas bandas e as mesmas músicas. 
E ainda assim as bandas "difíceis" não são liberadas para a programação normal, a qualquer hora, só têm acesso em programas específicos, perdidos em algum horário mais "fechado", geralmente de noite. Assim fica fácil. Qualquer rádio comercial toca banda "lados B" de no…

Ônibus do Intersul enguiçados e acidentados. "Não" se preocupe, eles continuarão após outubro

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Os transtornos do decadente sistema de ônibus do Rio de Janeiro continuam e prometem continuar após outubro, quando o subsecretário Alexandre Sansão, o "Eduardo Cunha da mobilidade urbana" (não, não estamos falando de um respeitável busólogo com esse nome, mas do prepotente e arrogante presidente da Câmara dos Deputados), fará uma "limpa" nas linhas da Zona Sul.
E dois dos três acidentes nas últimas horas, entre a noite de ontem e a manhã de hoje, envolvem ônibus do consórcio Intersul, a ser afetado pelo esquartejamento de trajetos do "sapiente" tecnocrata que vê a realidade das ruas do Rio de Janeiro através de joguinhos do TheSims.
Um dos acidentes ocorreu na Av. Dom Hélder Câmara, no bairro de Benfica. Um ônibus da Braso Lisboa bateu em um carro, na noite de ontem e feriu três pessoas. Uma moça de 21 anos chegou a ser arremessada para fora do veículo. Os três foram internados e até o momento seus estados de saúde não foram divulgados. O acidente caus…

Kiss FM definitivamente não tem mais afiliada no RJ

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A Kiss FM de São Paulo anunciou que não terá mais afiliada no Rio de Janeiro. Nos 91,9 mhz, entrará uma rádio religiosa chamada Plenitude FM.
Embora a Kiss FM esteja muito longe de ser a Rádio Fluminense FM nos tempos áureos, ela era uma opção de rádio de rock com uma linguagem e mentalidade mais apropriada para o gênero. 
Ela era uma emissora esforçada - como é a webradio Cult FM - e seus locutores falavam como gente, sem aquelas gracinhas de locutores poperó metidos a roqueiros. Seu repertório procurava ser abrangente, embora tivesse sua cota de poser metal (argh!), como Bon Jovi, Mötley Crüe e sobretudo Guns N'Roses (eeecaaaaaa!).
Infelizmente, o rock está em baixa, seus clichês estão todos representados por "sertanejos universitários" e, em parte, por funqueiros, e o que resta de "rádio rock" no dial do RJ é uma clone de Rádio Disney metida a "alternativa" que rola nos 102,9 mhz. O Rock In Rio, no próximo mês, mais parecerá um baile à fantasia, c…

Alexandre Sansão inaugura Sistema Integrado

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Pelo grau de autoritarismo de suas decisões, pelo nível de retrocessos que propõe e pela falta de visão da realidade vivida pelo povo, o subsecretário de Planejamento da Prefeitura do Rio de Janeiro, Alexandre Sansão, deixou uma grande certeza.
Ele prova ter inaugurado por definitivo o seu Sistema Integrado. O tecnocrata, que havia sido secretário de Transporte do mesmo prefeito Eduardo Paes, agora está integrado com o autoritarismo do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.
Não tem como escapar. A forma de governar, de defender interesses e impor decisões é literalmente a mesma. Alexandre Sansão está perfeitamente integrado com a linha mandona de Eduardo Cunha, também integrante do mesmo PMDB carioca de Eduardo Paes, Luiz Fernando Pezão, Carlos Roberto Osório e companhia. Tudo integrado.

Se depender de Alexandre Sansão, Bossa Nova seria no Castelo

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Se dependesse do subsecretário de Planejamento da Prefeitura do Rio de Janeiro, Alexandre Sansão, a Bossa Nova nunca teria acontecido na Zona Sul carioca.
Sabe-se que o movimento, em que pesem várias origens controversas, se fundamentou na parceria de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes para a peça Orfeu da Conceição, sendo a canção "Se Todos Fossem Iguais a Você" um dos primeiros clássicos bossanovistas.
Tom Jobim nasceu na Tijuca e Vinícius, na Gávea, portanto, seu ponto de encontro nunca deveria ter sido, segundo Alexandre Sansão, o bairro de Ipanema, e sim o do Castelo, isso para não dizer algum boteco da Av. Pres. Vargas. Um gaveano e um tijucano nunca se encontrariam na Zona Sul, pois seu ponto de integração seria no Centro.
Tom não poderia ir direto da Tijuca para Ipanema, sendo obrigado a se situar no Castelo. Ele que se contentasse com os passeios culturais no Palácio Gustavo Capanema, o antigo prédio do Ministério da Educação e Saúde.
Vinícius é que tivesse …

Insensibilidade afetiva do carioca é resultante da facilidade em conquistar pessoas

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Os mais sábios costumam dizer que o segredo para se aprender a amar é não ser amado. Quando se e desprezado, a gente entende o que é magoa e compreendemos o outro lado, desenvolvendo a capacidade de afeto em nossa personalidade que resultará no altruísmo.
Quando tudo é fácil, não costumamos dar bola. Imagine uma região onde a maioria das pessoas são estigmatizadas como bonitas e onde existem muitas pessoas com posses,ostentando uma vida que senão luxuosa, parece ser bem confortável.
Esse é o povo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Um povo que de certa forma é acostumado com facilidades e que parece simpático - desde que cumpra os deveres e exigências sociais - conquistando amigos e lideranças com relativa facilidade.
Por ser fácil, os cariocas se acostumaram a ser insensíveis. O romantismo no Rio de Janeiro está em baixa e quando supostamente aparece, não vai além de algo estereotipado, meramente aparente. Cariocas são pessoas difíceis de serem conquistadas na contramão de po…

Quando o mestre não está aí para o mau aluno

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LUIZ ANTÔNIO MELLO, EM FOTO NA ÉPOCA DA FLUMIMENSE FM, CONTINUA MANDANDO BEM COM SEUS PROGRAMAS NA RÁDIO CULT FM.
"Tínhamos uma verdadeira fobia de que uma Rádio Cidade, de repente, despejasse, com seus milhares de quilowatts, rock sobre o Rio. Estaríamos ferrados". Essa frase, hoje, parece de algum internauta invocado com os "novos tempos", mas foi escrita por Luiz Antônio Mello no livro A Onda Maldita.
Diretor artístico da Fluminense FM de Niterói, que marcou história com o perfil rock (que não se reduzia a um mero vitrolão, rádio de rock era rádio com mentalidade rock, e não as rádios pop que "só tocam rock" de hoje), LAM segue firme com seus programas Cafofo do Lam e Expresso da Madrugada. na rádio digital Cult FM.
Embora Luiz Antônio hoje não queira mais polemizar com o caso Rádio Cidade - que hoje encanou em ser uma espécie de genérico grunge da Rádio Disney, depois de, apavorada, tentar apagar os vestígios de Jovem (Klu Klux) Pan de sua trajetória …

Windsurfista adoece após cair na Baía da Guanabara

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É, os cariocas, tão felizes brincando com seu WhatsApp, comprando livros para colorir, falando bobagens (inclusive futebol) com os amigos nas praias e nos bares, alegres porque lhes disseram que as águas da Baía da Guanabara estão limpas. Para quem acredita que o "funk" iria trazer de volta o borogodó perdido em algum momento de 1958, isso faz sentido.
Pois o windsurfista sulcoreano Wonwoo Cho, enquanto fazia um evento-teste de competição na Baía da Guanabara, caiu em suas águas "límpidas" e, pouco depois, sentiu-se muito mal, tendo que ser socorrido imediatamente para o hospital.
Ele sentiu desidratação, dores de cabeça, tontura e ainda vomitou. Teve que ficar de cama por causa do problema de saúde. Seu treinador afirmou que o esportista contraiu uma virose por causa do estado das águas da Baía da Guanabara. 
Isso é que dá em confiar em Eduardo Paes e companhia...

Rádio que pensa que é roqueira trata fãs do Iron Maiden como "bestas"

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Foi ontem, por volta de 16h45. Uma rádio FM, com aquele locutor tipo mauricinho, que fala como se fosse animador de festas infantis, falava, sob um fundo musical alucinado tocado por um sintetizador, algumas informações sobre um evento ligado a Raul Seixas. E ainda despejou uma gíria nada roqueira chamada "show de bola". Bola fora.
Parecia rádio Mix FM, porque era um fundo musical de tecno alucinado e um locutor mauriçola com aquela vozinha enjoada, embora mais "tranquila". Mas nada que nenhum locutor da Mix ou Jovem Pan ou Rádio Disney ou FM O Dia não façam, sobretudo no horário noturno.
Aí vem uma vinheta eletrônica, bem no estilo Jovem Pan, com uma voz sintetizada anunciando "Cidade". E sabe o que vem em seguida: "The Number of The Beast", do Iron Maiden, um rock radical despejado numa rádio com QI de rádio poperó das mais debiloides.
É claro que os fãs do Iron Maiden - os fãs de verdade, não os fãs de "funk", "sertanejo"…

Alexandre Sansão deve ter brincado demais com computador para "replanejar" linhas

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Só mesmo brincando com jogos eletrônicos e vendo a realidade através de TheSims, Second Life e outros artifícios, raciocinando a mobilidade urbana com perspectivas do mundo virtual, para replanejar o sistema de ônibus do Rio de Janeiro da forma que se planeja.
Várias linhas funcionais já foram para o espaço - leia-se lembranças saudosas de arqueobusólogos que lembram dos tempos em que sistema de ônibus era realmente visto como transporte público - , como 465 Cascadura / Gávea, 676 Méier / Penha e 910 Bananal / Madureira, substituídas pelas linhas mutiladas cujos percursos se encerram no meio do caminho.
Infelizmente, desde 2010 o sistema de ônibus deixou de ser transporte público para ser um transporte que serve aos interesses particulares de políticos e tecnocratas que, delirantes, pensam a vida como se fossem nos ambientes virtuais de jogos eletrônicos ou de programas como Adobe Photoshop e Microsoft Power Point.
Pois o ex-secretário de Transportes e hoje subsecretário de Planejame…

Como fingir gostar de futebol no Rio de Janeiro

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O brasileiro é fanático por futebol, porque foi educado para isso. Em todo o país, o gosto pelo futebol é obrigação social, é verdade. Mas no Rio de Janeiro, é muito mais do que isso. Gostar de futebol e regra de etiqueta. Para o carioca, seu RG e seu CPF não interessam. O que interessa é o seu time de futebol favorito. Isso é o que conta para definir uma pessoa como simpática e agradável.
Assumir para um carioca que não gosta de futebol é o mesmo que assumir ateísmo para um crente neo-pentecostal. O carioca vai vê-lo como ameaça social e inventar defeitos na tentativa de se livrar de você. Ou na melhor das hipóteses vai te tolerar, mas colocando um estigma negativo pelo fato de você não "entrar na brincadeira de todos".
Mas há um meio de não queimar seu filme perante os cariocas: fingir que gosta de futebol. Mas para isso tem umas regras a ser seguidas para que você não seja desmascarado e seja vítima de preconceito social.
- A primeira coisa é não escolher nenhum dos quat…

Profissionais de evento-teste para Rio 2016 foram assaltados ontem de manhã

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Enquanto ciclistas testavam um circuito de estrada entre a Zona Sul e a Barra da Tijuca, uma equipe de profissionais que cobriram o evento que era ligada à Prefeitura do Rio de Janeiro tiveram que testar a situação de insegurança que vive a ex-Cidade Maravilhosa.
Eles estavam num posto de gasolina na Barra da Tijuca quando dois ladrões armados os renderam e levaram telefones celulares e equipamentos. Uma câmera só não foi roubada porque um outro cinegrafista estava em outra rua no momento do incidente.
As vítimas prestaram depoimento na delegacia mais próxima, imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas e testemunhas estão sendo localizadas para dar maiores informações sobre os ladrões.
Enquanto isso, a violência no Rio de Janeiro cresce em dimensões olímpicas.

Calor em Copacabana e "coxinhas" quentinhos do forno

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As elites "revoltadas" e a classe média "coxinha" foram para as ruas das cidades brasileiras na vã esperança de tirar a presidenta Dilma Rousseff do poder, no "grande protesto contra a corrupção" que, nesta roça chamada Rio de Janeiro, aconteceu em Copacabana. Calor na praia e "coxinhas" vindos quentinhos do forno.
O pretexto é revoltar contra a corrupção na Petrobras, enquanto se fica conivente quando a corrupção está fora dos círculos petistas. Em Belo Horizonte, Aécio Neves foi um dos porta-vozes da manifestação.
E como os cariocas não querem mexer nas "pratas da casa", o PMDB carioca não foi alvo da revolta. Eduardo Cunha não recebeu pedido de impeachment e o pessoal nem mostrou muita indignação contra Eduardo Paes, Luiz Fernando Pezão ou, no caso dos niteroienses, o prefeito e "chinelo do Pezão" Rodrigo Neves. Protestaram contra eles apenas na condição de aliados do PT, como se eles apenas fossem cúmplices de segunda or…

A difícil tarefa de arrumar namorada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro

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O que vai ser lido aqui pode parecer estranho para quem vive de estereótipos e para quem cumpre com rigor as regras sociais. Mas é um fato real e triste de uma região mentalmente atrasada que vive ostentando aos outros povos a sabedoria que na possui.
O Rio de Janeiro é um dos lugares mais difíceis para um homem arrumar namorada. Esqueçam tudo o que dizem sobre vida afetiva, eles contradizem com os fatos. As dificuldades são reais para quem não se adeque às exigências da coletividade.
Como estado do sudeste, o nível de exigência das mulheres é alto. Com muitos branquelos ricos e altos a disposição, as mulheres se tornam mais racistas, mais elitistas e mais seletivas. Um homem que fuja deste estereótipo de galã certamente vai encontrar muitos obstáculos para a realização afetiva no Rio de Janeiro.
Isso somado ao fato das cariocas ser tradicionalmente insensíveis, pois nas regiões Norte e Nordeste é onde se encontram mulheres mais carinhosas e menos interesseiras. No Rio, porte físico …

Conversa de pescadores

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Dois pescadores conversam em algum lugar no Rio de Janeiro. Um deles veio do pantanal de Mato Grosso e contava uma estória mirabolante.
- Rapaz, eu pesquei um tubarão desse tamanhão no rio. - disse ele, indicando com os braços o tamanho do peixe que disse ter capturado.
- E tubarão dá em rio? - disse outro, desconfiado.
- É raro, mas nesse caso deu. E eu cai na água e fui brigar com o bicho. Eu com meus braços e ele com seus dentes. Aí eu segurei dois dentes pontudos do animal e dei uns chutes com tanta força que deixei imobilizado. E aí eu o matei e pesquei e vendi para o mercado mais perto de lá.
- Você acha que eu vou acreditar nisso? Comigo não tem essa estória, não. - disse o pescador carioca.
- Não vai me dizer que você não vem com estória também. - disse o pescador do Pantanal.
- Ih, você pensa que sou de contar lorota? Ora, eu pesco aqui na Baía da Guanabara, pego muito peixe, tá tudo limpinho. Falei com os caras das Olimpíadas e o pessoal garante que a poluição reduziu, e qu…

Rádio Cidade não decide se Smash Mouth é "clássico", "alternativo" ou "novidade"

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A Rádio Cidade é uma rádio muito esquisita. Surgiu como emissora pop das mais bem-sucedidas, cobriu a disco music no auge do sucesso deste gênero e, de uns 20 anos para cá, faz beicinho e acha que pode ser "rádio de rock" sem entender bulhufas do gênero.
Pois essa rádio, que soa como uma espécie de Rádio Disney à beira de um ataque de nervos, tem suas "pérolas", já que ela é tão "especializada" em rock'n'roll quanto o Tiririca é em física nuclear.
Hoje de manhã, a Rádio Cidade dava seu perfil do Smash Mouth dando-lhe o tratamento de uma "grande novidade". Aliás, essa bandinha de poppy punk, que os brasileiros pensam ser mais representativa para o rock do que realmente é (ou melhor, não é) é tratada de uma forma um tanto confusa pela mídia dita "roqueira".
Ás vezes, o Smash Mouth é tratada como um "clássico do rock". Claro, as "rádios rock" - ou melhor, as "Rádio Disney à beira de um ataque de nervos&qu…

Cuidado! Busodiologia pode ser muito um caminho perigoso

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(Com base em e-mails enviados por busólogos da cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense)
Brigar demais nunca é bom e a fúria pode trazer consequências drásticas no futuro.
Num país de torcidas organizadas que até na grande imprensa tem o chamado "ódiojornalismo" (vide Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi) e a "ódiopolítica" de um Jair Bolsonaro, infelizmente até um hobby como curtir ônibus tem a "busodiologia".
A busologia marcada pelo ódio, de valentões que, por uma coisa pequena, xinga outros de "seu merda" e, na melhor das hipóteses, apelam para o disco riscado de "pára de falar besteira" (parece refrão de pagode brega-romântico da pior qualidade), é um triste fenômeno que volta e meia aterroriza a Internet e faz a sociedade ter mais preconceito contra quem curte ônibus.
No Rio de Janeiro, houve caso até de busólogo que quis brigar demais e se deu mal. Fanático defensor da pintura padronizada nos ônibus cariocas, o valentão surta…

Frequentadores da Livraria Leonardo da Vinci admitem que Rio ficou provinciano

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Ironicamente, deu no jornal chamado Piauí, nome de um conhecido e ultraprovinciano Estado da Região Nordeste. A Livraria Leonardo da Vinci, com sérios problemas financeiros, graças à concorrência das vendas pela Internet (sobretudo da Amazon), corre o risco de fechar suas portas, se não houver um comprador ao mesmo tempo com muito dinheiro e natural identificação à causa.
A livraria foi fundada por Vanna Piracini (ainda viva) e Andrej Duchiade (morto há 50 anos), e administrada pela filha Milena Duchiade. Localizada desde 1956 no subsolo de um edifício comercial na Av. Rio Branco, próximo ao Largo da Carioca, a livraria surgiu em 1952 e não era só um local de venda de livros, mas um importante espaço cultural, ponto de encontro de intelectuais e um excelente distribuidor de livros importados e obras de alto conceito, muitas delas raras.
Pois a reportagem mostrou alguns depoimentos de importantes frequentadores, preocupados com o fim da livraria, que admitiram que o fim da livraria si…

Para cariocas, pessoas não foram feitas para serem amadas

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É um triste diagnóstico. Cariocas não amam pessoas. Amam tudo, menos pessoas. É um fato real e se alguém discorda dele certamente não sabe o que significa a palavra "amor".
Para cariocas, as pessoas não foram feitas para serem amadas. São feitas para que a gente conviva com elas em troca de favores ou satisfação de interesses. Não confundam ser interesseiro com ser mercenário, pois relações de interesse podem não envolver dinheiro e sim a troca de favores. 
Lembrando que como estado da Região Sudeste, o pensamento e os interesses das elites é que predominam. E elites são normalmente desconfiadas e e interesseiras, o que reforça a tese da insensibilidade carioca. Não por acaso, no Rio de Janeiro crescem os ideais anti-humanistas, incluindo a defesa do Capitalismo e o infeliz crescimento do Fascismo (e sua versão extrema, o Nazismo), já que para cariocas, outras pessoas são o pior obstaculo para a satisfação dos interesses elitistas de boa parte da população do estado.
Alguns…

As superautoridades cariocas se esqueceram da Baía da Guanabara

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Os superpolíticos que integram o grupo que está no poder no Rio de Janeiro, desde 2009, tinham todo o tempo para despoluírem a Baía da Guanabara.
Nas entrevistas, eles são sempre os primeiros a apresentar grandes ideias, a dizer que farão tudo para melhorar o Estado e suas respectivas cidades, acham que sempre têm uma solução pronta para tudo e alegam que vão acatar as mais complexas sugestões e priorizar ações em prol do interesse público.
Mas dizer é muito fácil, e muito se falou, falou e falou. As autoridades do Rio de Janeiro, super-heróis da modernização do país, se perderam em ações paliativas que se mostraram nocivas para a população. 
Criaram guaritas em favelas, que chamaram de UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) que deram em nada e só fizeram voltar a violência que destrói as vidas de quem nada tem a ver com os conflitos entre policiais e bandidos (ou entre quaisquer deles contra "semi-bandidos" que integram as "milícias"), já que são os inocentes os m…

Platão previu o Rio de Janeiro de hoje

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Não, amigos, não estamos falando do Toni Platão. Estamos falando do filósofo grego mesmo, que viveu entre os séculos V e IV a.C., e que se tornou um dos mais brilhantes pensadores de todos os tempos. Se bem que ser pensador - não, amigos, não estamos falando de Gabriel O Pensador - é algo visto de forma bastante negativa, hoje em dia.
Platão nos falava de uma alegoria genial, que é o Mito da Caverna, para ilustrar a ignorância que se nota nas pessoas em relação à realidade. Uma alegoria que Platão descreveu através do diálogo entre Sócrates e o amigo Glauco.
Havia um grupo de homens que nasceu, cresceu e continuou vivendo numa caverna. Estavam acorrentados e só olhavam para a parede do fundo da caverna, que estava à frente desses indivíduos que tinham que permanecer sentados.
Eles estavam acostumados com a situação, e com a pouca iluminação trazida pela fogueira, eles puderam ver as sombras de estátuas de homens e animais, de vasos e bacias e outros vasilhames, e através dessas image…

Só mesmo o Rio de Janeiro para aceitar essa cafonice

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A música "Suíte 14" é o mais novo produto do comercialismo musical brasileiro, aquele que chega com tudo para derrubar o patrimônio cultural brasileiro. E consagra a entrada do "sertanejo universitário" no hoje matuto Rio de Janeiro, principalmente porque são eles os únicos a aproveitar as lições do rock tocado pela Rádio Cidade, a "rádio rock" comandada por quem não entende de rock.
A música é interpretada pela dupla Henrique & Diego - mais uma - , com aquela mesmice que se ouviu em outras duplas e cantores. Mas até a variação de incluir o funkeiro MC Guimê não ajuda muito, até por saber-se quem é esse cara.
MC Guimê é um cara do tal de "funk ostentação" que mais parece uma versão cafona e matuta do Eminem. Uns chegam a apelidá-lo de "Emonem", isto é, um Eminem emo. Um cara tão cafona, mas tão cafona, brega de doer, que exagerou nas tatuagens para dar uma de rebelde, enquanto banca o "bom moço" na mídia "popular&qu…

Inventaram o tal Baile das Patricinhas

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Rola nas cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro o tal Baile das Patricinhas, uma espécie de festa popularesca que, em tese, é aberta para moças mais "arrojadas".
Como é de praxe em muitos desses eventos, despeja-se o pior do lixo musical, dando ênfase a funqueiros ("funkeiros", para facilitar a busca do Google) e nomes do "pagode romântico" que ainda não se destacaram na Rede Globo de Televisão.
Ficamos imaginando o que esses "tão pobres" empresários do entretenimento, que usam o dinheiro da Lei Rouanet para comprar latifúndios nos arredores de Miracema para mais ao Norte deste Estado, ofereceriam para a festa dos 20 anos de As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless).
Viríamos a Cher (Alicia Silverstone) gritando de desespero, lançando o bordão "Como se...", como se estivesse reclamando de estar sendo comparada a uma idiota, depois de ver que os "mais talentosos" desses intérpretes têm a desenvoltura postiça dos c…

"Lucky Man" do The Verve não teve sorte na Rádio Cidade

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Não bastasse haver, nesse Rio de Janeiro matuto, uma "rádio rock" com o nome panaca (entenda sob todos os sentidos, até os do Tutinha) de Rádio Cidade,
Não bastasse a rádio ter ouvintes esquentadinhos, que não entendem bulhufas de rock mas se acham os "donos da verdade absoluta" da cultura rock. 
Não bastasse a rádio tocar "só sucessos" - fala sério, uma banda como The Cure, com 39 anos de estrada, só tem quatro músicas? - , e, apesar de forçar a barra na "atitude rock" (nada muito diferente de certos "sertanejos universitários"), discrimina 99% do que foi produzido de rock no mundo (cá para nós, a rádio se chama Cidade e não Mundo).
Não bastasse tudo isso, há certos transtornos que a paciência de Jó de quem se encoraja a ouvir um troço desses em FM - como certos patinhos carentes que endeusam a primeira rádio que se autoproclama "roqueira" que surge na sua frente - , como aguentar locutores mauricinhos que parecem aproveita…

Imagine se fosse com "alimentadoras"

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Isso é que dá um sistema de ônibus em que diferentes empresas têm a mesma pintura e as autoridades fazem o que bem entendem com as linhas e os serviços, mandando demais e fiscalizando menos.
Pois esse mesmo grupo político que promete "transparência" no sistema de ônibus com aparelhinhos GPS. algo que se compara a medir o caráter de cada pessoa botando anteninhas em suas cabeças, o autoritário PMDB carioca, é o mesmo que deixa o Rio de Janeiro sucumbir à insegurança e ao medo.
Pois um ônibus da... (Que empresa mesmo? Verdun? Acari? Matias? Vila Real? Ah, City Rio! Muito obrigado, caro leitor!), do consórcio Internorte, foi sequestrado por dez ladrões que mandavam o motorista parar nos pontos para os bandidos realizarem os arrastões.
Os passageiros ficaram com medo e, por sorte, policiais interceptaram o veículo e prenderam alguns suspeitos. Isso ocorreu na noite de ontem com o ônibus fazendo o percurso de Copacabana para Olaria, com os bandidos já embarcando no bairro da Zon…

Quiseram comemorar a vitória antes...

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O fanatismo no futebol brasileiro tem dessas coisas. Apesar de não ter vencido nas últimas cinco partidas, o Clube de Regatas Flamengo parecia ontem um vitorioso time em final de campeonato.
Flamenguistas se espalhavam pelas ruas com a camisa do time - por enquanto o PMDB carioca não ordenou a padronização visual no futebol, botando todos os times com uma mesma camisa - e pareciam felizes por achar que o time venceria o Santos Futebol Clube de goleada na partida no Maracanã.
Muita gente comprou ingressos, e o clássico interestadual parecia pender sempre para o time carioca. E os cariocas, que se contentam com pouco, acham que uma vitória de um time representaria a salvação final de suas vidas. E ainda não estamos nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.
Só que aí o sonho dos cariocas deslumbrados ruiu e o Flamengo, que começou vencendo, cedeu para um empate. Isso é uma lição para o pessoal "bovino" do Rio de Janeiro que acha que futebol é tudo na vida. Não é. 
Futebol …

Imagina isso com um trem da Supervia

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Um aventureiro de Houston, no Texas (EUA), tentou um malabarismo bastante arriscado passando debaixo do trem e tentando sair quando os trilhos se aproximavam. 
O vídeo, divulgado pelo portal TMZ, mostra essa atitude bastante perigosa, em que a menor falha poderia ser fatal.
Mesmo com essa aventura de arrepiar os cabelos e embrulhar o estômago ocorrida num Estado dos Estados Unidos tão ou talvez menos caipira quanto o nosso Rio de Janeiro (um coquetel tropical que mistura Califórnia e Alabama), nota-se duas coisas admiráveis:
1) O trem não passa em cima do cara por conta de uma decisão dada por tecnocratas de uma entidade como a Supervia, administradora dos trens cariocas que mandaram "esmagar um homem" há poucos dias.
2) O aventureiro sabe que a parte inferior do trem não está na altura de, ao passar sobre o corpo de um homem deitado, deixe de atropelá-lo e de matá-lo.