A difícil tarefa de arrumar namorada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro

O que vai ser lido aqui pode parecer estranho para quem vive de estereótipos e para quem cumpre com rigor as regras sociais. Mas é um fato real e triste de uma região mentalmente atrasada que vive ostentando aos outros povos a sabedoria que na possui.

O Rio de Janeiro é um dos lugares mais difíceis para um homem arrumar namorada. Esqueçam tudo o que dizem sobre vida afetiva, eles contradizem com os fatos. As dificuldades são reais para quem não se adeque às exigências da coletividade.

Como estado do sudeste, o nível de exigência das mulheres é alto. Com muitos branquelos ricos e altos a disposição, as mulheres se tornam mais racistas, mais elitistas e mais seletivas. Um homem que fuja deste estereótipo de galã certamente vai encontrar muitos obstáculos para a realização afetiva no Rio de Janeiro.

Isso somado ao fato das cariocas ser tradicionalmente insensíveis, pois nas regiões Norte e Nordeste é onde se encontram mulheres mais carinhosas e menos interesseiras. No Rio, porte físico e profissão prestigiada contam muito para que os homens sejam considerados interessantes. Caráter e beleza facial nem tanto. Um branquelo feioso sempre vai ser considerado mais atraente que um mestiço de traços faciais bonitos. Não é difícil imaginar porquê.

As regras de paquera também colaboram para esta dificuldade, já que não existe lugares de paqueras no Rio de Janeiro. Se muitos homens conseguem uma namoradas é porque ou cumpriram as exigências e os rituais de conquista, ou porque entraram em grupos sociais que oferecem maior confiabilidade para as mulheres que estejam dispostas a namorar. lembrando que mulheres não paqueram em qualquer lugar ou situação, infelizmente limitando seu leque de escolha aos homens que estejam nos ambientes "adequados".

Se as mulheres decidem limitar seus lugares de paqueras em boates, e lá não houver homens que correspondam aos seus objetivos, a tendência para essas mulheres é pegar o mais interessante entre os chatos disponíveis, ou o que tiver mais dinheiro ou cara-de-pau. E como os homens cariocas são chatos...

Esqueçam essa tolice de que os melhores homens se dão bem. A tradição prova que as melhores mulheres normalmente se casam com os piores homens e no Rio, os homens são REALMENTE OS PIORES, pois não são educados a amar mulheres e sim a amar times de futebol. Mulheres, para os homens cariocas, só servem para três coisas:
- Fazer filhos;
- Satisfazer desejo sexual;
- Servir de "troféu" para obter aprovação social.

Mesmo sem qualidades marcantes, os homens cariocas conseguem conquistar as mulheres porque sabem as regras de conquista, cumprem as exigências e os rituais necessários e dão o dinheiro necessário para que as mulheres possam sustentar seus filhos, verdadeiros objetos de afeto dessas mulheres, tão insensíveis quanto os homens com quem elas se casam. Cada relacionamento se torna uma "linda" estória de solidão a dois.

É complicado namorar no Rio de Janeiro. Um povo tradicionalmente insensível não pode servir como bom exemplo de afeto. O amor não mora no Rio de Janeiro. Saia do RJ se quiser encontrá-lo.

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