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PMDB se reúne em Brasília para discutir crise

O PMDB se reúne hoje em Brasília para discutir o problema da crise política do Governo Federal, comandado pelo PT, do qual o outro partido é aliado e detém a vice-presidência e as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Depois que Eduardo Cunha, presidente da Câmara, assumiu sua oposição à Dilma Rousseff e Michel Temer. vice-presidente da República, disse que Dilma não continuaria no cargo diante de tão baixa popularidade (os duvidosos mas oficiosos índices de pesquisa registraram 7%), o partido decidiu fazer uma reunião na capital federal para discutir a crise.

O PMDB carioca (com exceção de Cunha) sinalizou apoio a Dilma Rousseff e respeito à sua figura de governante, que deve permanecer no mandato até o final de 2018. No entanto, os políticos do PMDB do Rio de Janeiro querem dar algumas sugestões para resolver a crise, à sua maneira de atropelar o interesse público e a legitimidade da Constituição e fingir que os respeitam:

1) Padronizar visualmente as pessoas conforme o valor salarial, criando um tipo de cores de roupas para os cidadãos circularem nas ruas, de acordo com o salário que recebem. Assim, os mais pobres ganhariam cores mais "terrosas", como marrom, violeta e verde-oliva, a classe média usaria cores claras e as cores chamativas seriam para as classes mais ricas.

2) Corte de 50% da cesta básica, limitando os alimentos com preços acessíveis a feijão, arroz, carne de segunda, tomate, cebola, alface, cenoura, chuchu (para fazer picolé) e farinha de mandioca (de preferência a "areia comestível" feita no RJ). Eles seriam considerados alimentadores, enquanto os outros alimentos "troncais" só seriam adquiríveis através de um Bilhete Único, cujo preço só teria validade para dois quilos de alimentos. O que ultrapassar esse limite, ainda que por milésimos, obrigaria o freguês a gastar mais. Para maiores informações, consulte o Explicador, que costuma confundir em vez de explicar.

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