Pular para o conteúdo principal

Tráfico e pintura padronizada ameaçam passageiros de linhas intermunicipais

O jornal O Dia noticiou que os ônibus intermunicipais, entre urbanos e rodoviários, que servem o Grande Rio, estão entre os que mais sofrem vistorias policiais, que apreendem drogas e armas em muitas ocasiões.

Os assaltos são constantes nessas linhas, tanto as que vêm de cidades distantes como Volta Redonda até mesmo municípios como Niterói e os da Baixada Fluminense. Passageiros levando drogas para venda também costumam viajar discretamente nesses trajetos. Na última semana, a polícia deteve uma mulher de 28 anos e um homem de 32 em diferentes ocasiões, ao apreender estoques de maconha e cocaína transportados para comercialização.

Outro ponto que apavora as pessoas é a pintura padronizada. Sabe como é, Jaime Lerner foi escolhido para planejar a "licitação" das linhas intermunicipais e, como fez em Curitiba, irá impor a pintura padronizada nas empresas de ônibus, ampliando a confusão que se observa nas linhas de ônibus municipais da cidade do Rio de Janeiro, em que fulano vai para a Pavuna pensando que vai ao Lins e vai para Vila Valqueire pensando que vai ao Recreio dos Bandeirantes.

Pois Lerner é também conhecido por ser um dos políticos mais corruptos do país e, assim como os passageiros que escondem as trouxinhas de "baseado" que irá vender, pretende esconder as empresas de ônibus com uma "pintura única" por região ou tipo de ônibus, para acobertar a roubalheira que acontece nas linhas municipais cariocas

Daí o medo dos passageiros que em breve correrão o risco de pegar um ônibus para Magé pensando que vai para o Japeri. E ainda correm o risco de serem assaltados com a farsa do Bilhete Único que enguiça fácil e se esgota no final do trajeto do primeiro ônibus.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Espírito de Equipe

Recebemos em nosso e-mail uma mensagem de um leitor que pediu para não identificado e que contássemos o seu caso real com nossas palavras, sem reproduzir o seu texto. Obrigado leitor e vamos contar de nossa forma o seu caso, colocando o fictício nome de "João".
"João" é um excelente profissional, cumpridor de seus deveres, que nunca faltou o trabalho por motivo fútil, é pontual e costuma concluir suas tarefas um pouco antes da hora estipulada, tendo fama de adiantar bastante o trabalho da empresa.
Era um dia normal de trabalho. João estava mais uma vez em sua tarefa quando um dos colegas, o mais extrovertido tenta puxar uma conversa, de início simpática, com o colega.
Colega 1: Oi, João, tudo bem? João: Tudo. Colega: Você é um cara legal, trabalhador, gente boa mesmo. mas não sabemos muito de você. Qual é o seu time de futeboll? João: Eu não curto muito futebol. Colega 1: O quê? Não curte futebol? Você está brincando! João: Sério. Eu não sou muito ligado em futebol. Res…

Comemoração por futebol em dia de Golpe mostra infantilidade do povo carioca

Já é consenso da maioria que o dia 31 de agosto de 2016 é um dos dias mais tristes da História brasileira. Já é o pior momento de 2016. Uma democracia conduzida por uma presidente sem culpa é derrubada por um bando de corruptos a serviço de um pequeno grupo de ricaços. Uma atitude que poderá custar as vidas de muitos brasileiros.
Mas os cariocas, em sua maioria elitistas, pareciam felizes com a deposição de Dilma. Desprovidos de altruísmo e de senso de humanidade, pouco estão se lixando se o governo que se instalou através de um golpe irá ou não prejudicar a população brasileira. A elite está tranquila. Caso o prejuízo a alcance, é só entrar em um avião e se mudar para a Europa ou para os EUA. Como os cariocas são o povo mais burro do Brasil na atualidade, o futebol sempre foi e será prioridade máxima para a população local.
É isso mesmo. Esta mesma elite, junto com a classe média e alguns pobres que a apoiaram, estavam todos, na noite do mesmo fatídico dia 31 preocupados com "c…

Marcelo Crivella é o novo prefeito do Rio de Janeiro

Com cerca de 59% dos votos válidos (curiosamente o número de sua idade), Marcelo Crivella se torna o próximo prefeito da capital do Rio de Janeiro. Freixo recebeu cerca de 40% dos votos. Abstenções foram cerca de 46% superiores a Freixo.
A vitória de Crivella já era esperada dada o grau de conservadorismo do povo carioca e o fortalecimento das religiões cristãs, além do crescimento intenso das igrejas evangélicas. O fato de Crivella ser da Universal contou com a campanha da TV Record, bem popular no RJ. 
Apesar de ter recebido apoio da Globo (muito mais por rivalidade televisiva do que por ideologia), Freixo não conseguiu se eleger, admitindo a derrota imediatamente após confirmada a vitória de Crivella, no mesmo lugar onde seria a sua festa de comemoração, caso vencesse.
Apesar de seguir um manual que orienta a transformação de sua gestão em uma teocracia, Crivella deve saber que governará também para não-evangélicos e para não cristãos. Como é moderado, é provável que o plano de te…