Crise financeira faz obras do Museu da Imagem e do Som pararem

Devido à séria crise que atinge as finanças públicas do Rio de Janeiro - apesar de muitos de seus governantes nadarem em dinheiro em suas vidas pessoais (só o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani, membro de uma rica família de políticos e latifundiários, tem um patrimônio de quase 10 milhões de reais) - , as obras de um importantíssimo espaço cultural estão paralisadas há cerca de três meses.

O novo prédio do Museu da Imagem e do Som, que antes pertencia à boate Help (que fez história nas noites cariocas), está com 70% de suas obras prontas, mas a etapa restante, de acabamento, está parada por falta de recursos.

O governador fluminense Luiz Fernando Pezão está estudando uma nova licitação para a conclusão das obras, vendo que não há dinheiro para tocar as obras em frente. Afinal, as autoridades cariocas precisam ter dinheiro para viajar para Miami ou Barcelona, e ficarem por lá se caso a crise sócio-política se tornar uma ameaça às suas vidas, devido a uma futura revolta popular (a crise ainda vai aprontar mais depois das Olimpíadas).

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