Duas tragédias aconteceram na última sexta na Zona Norte

Duas tragédias aconteceram na última sexta-feira, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Na manhã, um grupo de traficantes fazia um arrastão na Av. Brasil, na altura da Penha, quando entraram em confronto com um grupo rival e, na troca de tiros, uma bala atingiu o passageiro José Carlos B. Santos, de 51 anos, que faleceu no local.

Ele estava sentado num dos bancos do ônibus da linha 483 (Penha / Copacabana), da empresa... empresa... empresa mesmo? Ah, deixa para lá. Deve ser Matias, porque é Marcopolo Torino 2014. Deve ser. Ou seria Caprichosa?

Já na noite, foi a vez do médico Hélder Dias da Costa Tomé Jr. ser assassinado depois de sair da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde trabalhava, após ser rendido por dois ladrões. Foi numa rua do Irajá. O médico foi morto sem ter reagido, segundo testemunhas.

A boa notícia é que a "boa sociedade" carioca, que não admite que o Rio de Janeiro (Estado e capital) vivem uma catastrófica crise, está sã e salva isolada no seu WhatsApp, se deliciando vendo um menino comendo uma melancia (não, não é a Mulher Melancia ainda, embora ela possa se aproveitar da situação e pedir que moleques a desejem) numa arquibancada de futebol. E, já que falamos de futebol, o Rio de Janeiro, reduto do Estádio Islâmico (seita do fundamentalismo boleiro), se prepara para mais um Campeonato Carioca. Os cartolas dos quatro principais times já preparam a "bolada".

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