Pular para o conteúdo principal

EXCLUSIVO: Praia de Rocha Miranda se revelou uma FARSA

Com exclusividade - espera-se que, por enquanto, porque queremos que o assunto se espalhe por aí - , noticiamos que a tão festejada Praia de Rocha Miranda, localizada no Parque Madureira, não passou de uma FARSA, uma GRANDE CASCATA.

A "praia" que as autoridades cariocas fizeram para evitar que a população dos subúrbios - desde São Cristõvão. Tijuca e Grajaú até Deodoro e a Zona Norte suburbana (como Bangu, Campo Grande e Jacarepaguá) - fosse para as praias da Zona Sul carioca e da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, nunca passou de uma piscininha e uma fileira de chuveirões.

Muito pouco para a praia artificial fazer com que grandes contingentes de moradores do Méier, Madureira, Lins, Padre Miguel, Cascadura, Vaz Lobo, Marechal Hermes, Inhoaíba, Vila Kennedy, Jacaré, Inhaúma, Realengo, Quintino, Engenho de Dentro e outros bairros do porte se banhem no entorno que, com bem lembrou Tim Maia, ia do Leme ao Pontal.

Imagine uma piscininha do tamanho de um modesto clube esportivo, que só tem como diferencial a colocação de um monte de areia, sendo ocupado por toda essa gente! E as autoridades festejando, achando que a Praia de Rocha Miranda seria um "revolucionário" espaço de lazer na Zona Norte carioca.

Só que a coisa não fica por aí. A "prainha" tem horário limitado de funcionamento: das 9h da manhã às 20 horas. Só falta limitar o horário, nos sábados, domingos e feriados, até às 14 horas, o que seria mais absurdo ainda. 

Mas o "generoso horário" já é suficiente para desestimular a caminhada matinal. Nem dá para fazer um luau entre amigos. Quanto à caminhada, as pessoas que façam "fila indiana" para andar nas apertadas calçadas junto aos muros entre as trilhas dos trens da Central, ameaçados por um trânsito em alta velocidade.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Espírito de Equipe

Recebemos em nosso e-mail uma mensagem de um leitor que pediu para não identificado e que contássemos o seu caso real com nossas palavras, sem reproduzir o seu texto. Obrigado leitor e vamos contar de nossa forma o seu caso, colocando o fictício nome de "João".
"João" é um excelente profissional, cumpridor de seus deveres, que nunca faltou o trabalho por motivo fútil, é pontual e costuma concluir suas tarefas um pouco antes da hora estipulada, tendo fama de adiantar bastante o trabalho da empresa.
Era um dia normal de trabalho. João estava mais uma vez em sua tarefa quando um dos colegas, o mais extrovertido tenta puxar uma conversa, de início simpática, com o colega.
Colega 1: Oi, João, tudo bem? João: Tudo. Colega: Você é um cara legal, trabalhador, gente boa mesmo. mas não sabemos muito de você. Qual é o seu time de futeboll? João: Eu não curto muito futebol. Colega 1: O quê? Não curte futebol? Você está brincando! João: Sério. Eu não sou muito ligado em futebol. Res…

Comemoração por futebol em dia de Golpe mostra infantilidade do povo carioca

Já é consenso da maioria que o dia 31 de agosto de 2016 é um dos dias mais tristes da História brasileira. Já é o pior momento de 2016. Uma democracia conduzida por uma presidente sem culpa é derrubada por um bando de corruptos a serviço de um pequeno grupo de ricaços. Uma atitude que poderá custar as vidas de muitos brasileiros.
Mas os cariocas, em sua maioria elitistas, pareciam felizes com a deposição de Dilma. Desprovidos de altruísmo e de senso de humanidade, pouco estão se lixando se o governo que se instalou através de um golpe irá ou não prejudicar a população brasileira. A elite está tranquila. Caso o prejuízo a alcance, é só entrar em um avião e se mudar para a Europa ou para os EUA. Como os cariocas são o povo mais burro do Brasil na atualidade, o futebol sempre foi e será prioridade máxima para a população local.
É isso mesmo. Esta mesma elite, junto com a classe média e alguns pobres que a apoiaram, estavam todos, na noite do mesmo fatídico dia 31 preocupados com "c…

Marcelo Crivella é o novo prefeito do Rio de Janeiro

Com cerca de 59% dos votos válidos (curiosamente o número de sua idade), Marcelo Crivella se torna o próximo prefeito da capital do Rio de Janeiro. Freixo recebeu cerca de 40% dos votos. Abstenções foram cerca de 46% superiores a Freixo.
A vitória de Crivella já era esperada dada o grau de conservadorismo do povo carioca e o fortalecimento das religiões cristãs, além do crescimento intenso das igrejas evangélicas. O fato de Crivella ser da Universal contou com a campanha da TV Record, bem popular no RJ. 
Apesar de ter recebido apoio da Globo (muito mais por rivalidade televisiva do que por ideologia), Freixo não conseguiu se eleger, admitindo a derrota imediatamente após confirmada a vitória de Crivella, no mesmo lugar onde seria a sua festa de comemoração, caso vencesse.
Apesar de seguir um manual que orienta a transformação de sua gestão em uma teocracia, Crivella deve saber que governará também para não-evangélicos e para não cristãos. Como é moderado, é provável que o plano de te…