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Mostrando postagens de Agosto, 2016

Para os brasileiros,Olimpíadas começaram e terminaram ontem

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Sabe aquela criança que sonha com um videogame da moda, mais arrojado, aquele cheio de recursos e que todo mundo usa e que no fim das contas ganha uma roupa bonita, mas sem graça? A criança fica até alegre, mas meio chocha, com sorriso amarelo. Mas no sábado a coisa mudou. Finalmente a criança ganhou seu videogame. E ficou feliz como nunca.
Troque "roupa bonita" por medalhas em outras modalidades" e "videogame" por "futebol masculino" e entenderão o que aconteceu. Finalmente o povo conseguiu o que realmente queria. O futebol de Neymar levou o seu ouro. O fanatismo de mais de 60 anos pode ser mantido. Voltamos a ser uma pátria da chuteiras!
Os brasileiros de outras modalidades nem precisavam ter ganho medalhas. Eles não interessam ao povo, a não ser para os fãs das respectivas modalidades. O tiro para os que gostam de tiro, natação para os que gostam de natação, corrida para os que gostam de corrida e por aí vai. 
Mas o futebol, é de todos. Para muit…

New York Times critica biscoitos Globo

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O repórter estadunidense David Segal, do New York Times, fez comentários nada generosos sobre a marca de biscoitos Globo.
"Ar transformado em bolacha, em forma de anel", "sem gosto e sem graça, como a culinária carioca", "símbolo perfeito do Rio – uma cidade em que o cenário de restaurantes é 'meh'" (meh, em inglês, é algo como "meia-boca"), foram alguns comentários publicados.
Que a culinária carioca precisa de uma mexida, isso é verdade. Mas os Biscoitos Globo nem são tão ruins assim, muito pelo contrário, são simpáticos biscoitos polvilho, salgados e amanteigados e têm mais de 60 anos de tradição. 
Há coisas boas no Rio de Janeiro, mas temos que convir que os cariocas ainda não produziram um pão de milho como os baianos, brioches grandes ou pães do tamanho dos de hambúrguer, só que feitos com milho. No RJ, os pães de milho são pequenos e caríssimos pães duros, sem maciez, nos quais o panificador está mais preocupado em colocar erva d…

Incidentes marcam cotidiano do Rio de Janeiro em plena época olímpica

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Mais violência acontecendo no Rio de Janeiro durante os últimos dias. Além do aumento de assaltos, furtos e outros incidentes - turistas chegaram a sofrer sequestro-relâmpago feito por traficantes no Lins - , algumas ocorrências revelam que a coisa na ex-Cidade Maravilhosa está séria.
Às 19h30, em Jacarepaguá, um ônibus que transportava jornalistas brasileiros e estrangeiros, da empresa... empresa... Qual é mesmo? Real, Caprichosa, Braso Lisboa, Matias, Acari? Qual mesmo?, foi apedrejado quando passava por Jacarepaguá. Ele ia do Complexo de Deodoro para o Parque Olímpico da Barra e o atentado aconteceu em Curicica. O caso está sob investigação policial.
Na tarde de hoje, um carro da Força Nacional de Segurança, ao entrar por engano na Vila do João, no Complexo da Maré, na Zona Norte, foi atingido por vários tiros disparados por traficantes locais. Três pessoas ocuparam o carro, o capitão Allen Marcos Ferreira, que atua no Acre, levemente ferido por estilhaços, o soldado do Piauí, Raf…

Rio de Janeiro lidera ranking de intolerância na internet

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Uma das coisas que sempre presenciei, antes mesmo da internet é a intolerância do povo carioca. Metido a certinho por ser a sociedade mais influente do país, o povo carioca gosta de ditar modelos, impor padrões e fazer com que todo mundo seja igual. A diversidade não tem lugar tranquilo no estado da "Cidade Maravilhosa" que atualmente organiza uma Olimpíada.
Uma pequisa sobre intolerância na internet descobriu que a maior volume de postagens intolerantes, de qualquer tipo, vem de computadores do Rio de Janeiro. Eu mesmo pude inúmeras vezes sentir a tradicional intolerância carioca, não apenas na internet mas também em casos de bullying, de racismo e de assédios de todos os tipos.
Majoritariamente elitista (em mentalidade, não em poder econômico), o Rio de Janeiro tem em suas regras sociais a vigilância contra diferenças de pensamento e de estilo de vida e não são raros os casos de pessoas que ficam "pasmas" quando alguém diz uma opinião diferente da maioria ou se …

Deu zebra: a abertura foi um sucesso. Mas a vaia a Temer foi ainda melhor.

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A abertura da Olimpíada foi uma maravilha, do contrário que se pensava. O fiasco da abertura da Copa não foi repetido. A abertura da Olimpíada seguiu padrões internacionais e teve momentos emocionantes.
Houve a belíssima iluminação do Maracanã, como também a louvável iniciativa de plantar uma floresta em Deodoro e o mais emocionante: a escolha de Vanderlei Cordeiro, o corredor barrado pelo padre irlandês em uma das Olimpíadas passadas, para acender a pira Olímpica, na forma de um sol. Muito bonito!
Mas lindo mesmo foi ver uma estrondosa vaia a Temer, que não foi censurada e foi transmitida para todo o mundo, e a Globo, cúmplice no golpe, teve que transmitir todo o pronunciamento acompanhado das vaias sonoras. Um clássico.
Para vermos que o povo não está a fim de mais uma ditadura! Salve a internet que permitiu que o pensamento diferencial se manifestasse. Bons jogos e FORA TEMER!

"Declaro abertos os jogos..."

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Hoje começa a supérflua e fatídica Olimpíada do Rio de Janeiro (ou Rio Olimpics, para os gringos). Muita festa, muita competição e turistas decepcionados por não encontrar aquelas maravilhas que viram na propaganda das agências de turismo. A "Cidade Maravilhosa" parece maravilhosa demais nos anúncios de turismo.
A festa de abertura promete ser "do arromba". No pior sentido. Como aperitivo, soubemos que uma das diretoras da abertura classificar o próprio espetáculo que dirigiu como "gambiarra" (armengue, em baianês), por causa do corte de custos. Se a Copa (que é prioritária um país que trata o futebol como obrigação social) teve uma abertura digna de gincana de escolinha furreca do interior, imagine como será a das Olimpíadas, evento que nunca despertou interesse pleno dos brasileiros.
Para se ter uma ideia, no roteiro aparece uma cena no minimo bizonha: a modelo brasileira-mas-que-vive-no-exterior-casada-com-marido-gringo  Gisele Bundchen (que tem sobre…

Site estrangeiro faz chacota com as Olimpíadas no Rio. E pior: com razão!

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O site sobre celebridades Drunken Stepfather, em um artigo que elogia a beleza da ginasta McKayla Maroney (que não vem para as Olimpíadas), fez uma crítica, infelizmente justa, ao que pode ororrer durante os eventos no Rio de Janeiro:
"Os Jogos Olímpicos Rio são engraçados porque são uma miséria, há vírus ZIKA, esgoto na água, superbactérias na água que fazem os atletas ficarem doentes e hospitalizados, há muito crime, os atletas têm sido roubados e sequestrados, a infra-estrutura totalmente péssima em um enorme fracasso... e até a Vila Olímpica esqueceu seus chuveiros malditos nas casas de banho ... que droga ... muito ridículo... e inacreditável."
A fama do Brasil não tem sido muito boa lá fora. Somos um povo burro, ridículo que só pensa em futebol, cerveja, religião e Carnaval. Detestamos intelectualidade e somos incapazes de resolver os simples problemas cotidianos.
Nossa imagem, que já era péssima lá fora acaba de piorar com o golpe político-jurídico-midiático que tirou…

Atmosfera do Rio de Janeiro é mortal

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Se não bastasse todas as promessas de quando a cidade foi eleita para a Olimpíada (eu fui contra a escolha, na época) não estarem sendo cumpridas em sua plenitude, foi noticiado que o ar do Rio de Janeiro, a capital mais poluída do Brasil na atualidade, não somente é ruim como é mortal. Ou seja, respirar no Rio de Janeiro, pode encurtar vidas.
Excesso de veículos, indústrias e um número considerável de fumantes e caminhões de lixo que não são tratados, contribuem muito para a péssima qualidade de ar do Rio, que descumpriu a promessa de deixar o ar nos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde.
O Rio de Janeiro é campeão em vários tipos de poluição: do ar, das águas e até a sonora. O carioca é um dos povos que menos gosta de ficar em silêncio.
Além da violência, temos outro motivo para encurtar a vida dos cariocas, que apesar de não morrerem cedo, envelhecem rapidamente e com péssima qualidade de vida (leia-se com fortes doenças). Já não estava está fácil viver no Rio de J…