Dois candidatos homônimos e com alto índice de rejeição disputam a prefeitura do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro definiu os seus candidatos para o segundo turno. Foram escolhidos dois homônimos: Marcelo Crivella do PRB e Marcelo Freixo, do PSOL. Ambos, embora bem populares, tem altos índices de rejeição. Crivella não agrada quem não é evangélico e Freixo, por ser esquerdista, não agrada à grande parte da elite e aos que a apoiam. 

Ou seja, é uma disputa que promete ser imprevisível. Ambos terão que lançar mão de muita publicidade para vencer a eleição. E quem ganhar receberá um baita pepino a ser descascado, pois o Rio de Janeiro segue om falência decretada e muitas dívidas por causa de uma Olimpíada que, apesar de bem sucedida, sugou bastante os cofres públicos, já que houve menor ajuda privada do que deveria.

Graças a este caos, o candidato da situação, Pedro Paulo, foi eliminado da disputa da prefeitura, num sinal claro de reprovação popular a gestão de Eduardo Paes, que embelezou parte da cidade mas não conseguiu resolver os piores problemas da cidade, que continua teimosa em seus muitos erros e regredindo gradativamente a sua qualidade de vida.

Como vê, um baita desafio para o Marcelo que ocupar a gestão municipal nos próximos anos.

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